Atualmente a sociedade está passando por grandes transformações em todos os campos, trazendo mudanças ao comportamento das pessoas. Essas mudanças afetam consequentemente a forma de educar os filhos.
A função de educar os filhos durante muito tempo foi dita como sendo exclusiva das mulheres. Com a mulher no mercado de trabalho como ficam as questões e as responsabilidades da criação dos filhos?
Sabemos as vantagens para crianças e homens que participam da criação dos pequenos, entretanto, ainda com tantas transformações a criação de filhos continua sendo uma tarefa atribuída culturalmente às mulheres, excluindo o pai.
Entretanto, seria mesmo a presença do pai tão importante para o bom desenvolvimento de uma criança?
Todos - homens e mulheres - precisamos de modelos masculinos para crescer emocionalmente equilibrados e que as ligações de emoção e afeto entre pai e filho (a) não são resultados das ligações biológicas e sim que são formadas nas relações de afeto e cuidado no cotidiano. Por isto, sempre que possível, o pai deve estar presente na vida de seus filhos acompanhando a gestação, participando de atividades cotidianas logo após o nascimento do bebê fortalecendo assim a ligação e o conceito de família.
Se quisermos dar um sentido e resgatar a importância da figura paterna, precisamos dar uma nova visibilidade à importância e ao significado da família. Precisamos repensar como vão os relacionamentos, o diálogo, o investimento de tempo, o carinho em fim os laços de afeto, afinal como nos diz o Professor Carlos Ronei de Almeida presidente da Escola de pais de Santo Ângelo – RS:
Para ser mais feliz é necessário que o homem-pai perceba que também tem direito à sensibilidade e ao afeto, a medos e a alegrias. E quando ele aprender a valorizar isto na sua própria vida conseguirá valorizar isto na vida das pessoas que ama, inclusive na dos filhos sendo não só presença, mas um presente de afeto.
Leia mais em: http://www.portaldafamilia.org/artigos/artigo281.shtml


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